Domingo, 18 de Fevereiro de 2007

O Referendo do Aborto - Uma Semana Depois

Uma semana depois, com os resultados já bem digeridos, está na hora de aqui continuar a nada dizer sobre o assunto.
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publicado por Conde da Buraca às 07:52
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Terça-feira, 13 de Fevereiro de 2007

China #4 – Blogs Tugas Made in China

Pesquisado no Google, santificado seja, deparei-me com outros blogs de portugueses a residir na China. Achei que teria a sua piada reunir a malta num só espaço, uma forma de se conhecerem uns aos outros e também de se darem a conhecer. A primeira versão é esta, alojada nessa fabulosa e muito subaproveitada ferramenta que é a Blogopédia. Com excepção de um deles, provavelmente em estado de hibernação, todos têm mantido regularmente as respectivas casas com postas dedicadas ao dragão asiático. Agora vão, aquilo está tão fresco que até os próprios listados desconhecem a existência de tal poiso.

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publicado por Conde da Buraca às 16:24
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Domingo, 11 de Fevereiro de 2007

China #3 – O Indicador Lionel

Um indicador de desenvolvimento da mesma importância do que, por exemplo, o PIB, a Taxa de Analfabetismo ou ainda a Taxa de Desemprego, mas que, incompreensivelmente, continua a ser ignorado pelos especialistas, é se esta coisa passa ou não nas rádios e bares do país objecto de estudo.
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publicado por Conde da Buraca às 16:43
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Sexta-feira, 9 de Fevereiro de 2007

Coisas Boas da Blogosfera

O autor do Combustões, Miguel Castelo Branco, em mais uma demonstração de saber estar, convida os seus leitores a aqui passar, aliciando-os para tal com umas palavras elogiosas a respeito do post anterior. Influenciado pela minha educação cristã sinto a necessidade de referir que essas palavras são algo exageradas mas resisto e não o faço. Ainda afugentava a leva de gente que por cá tem passado e o texto em causa até não está mal esgalhado para não merecer uma leitura. Além do mais o Carriço, o mais fiel comentador desta casa, há muito que merece outra companhia que não a minha (tás a ver pá, no momento de glória não me esqueci de ti). Resta-me então agradecer ao Combustões, garantir que os novos visitantes serão bem recebidos e que, apesar de os meus afazeres ainda não o terem permitido, os dedicados comentários, entretanto já recebidos, receberão brevemente a respectiva resposta.
publicado por Conde da Buraca às 15:33
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Domingo, 4 de Fevereiro de 2007

E antes do Regicídio de 1 de Fevereiro de 1908?

Neste post do Combustões a propósito do 99º. Aniversário do assassinato do Rei D.Carlos e do Princípe Herdeiro Filipe, aponta com convicção o seu autor, cujos textos muito aprecio e são motivo de visita diária, como causa para uma série de trágicos acontecimentos que se verificaram em Portugal no decorrer do século XX, o brutal regicídio de 1908. Depreende-se das suas palavras que se a monarquia constitucional tivesse sido mantida até aos nossos dias, Portugal, hoje, fruto da liderança de homens pré-destinados para esse tipo de funções, seria um País bem melhor do que o actual. Talvez sim, talvez não, isso é coisa que nem o Miguel Castelo Branco nem ninguém, algum dia o poderá saber. E como tal não é possível e já que se fala da separação de Portugal da Europa, questiono-me se esse divórcio não terá principiado bem antes, algures no início do Séc. XVI, no Reinado de D.Manuel I, quando este monarca com as suas ambições ibéricas terá iniciado um processo de destruição do trabalho que levou um século a edificar pelos seus antepassados. Portugal, na época um reino vanguardista que liderava o domínio das ciências, pólo de atracção dos cérebros de toda a Europa, enveredou por um longo caminho de intolerância e regressão. Que diria o Infante desta política que levou os estudantes da Universidade de Coimbra a desconhecerem, em pleno Séc. XVIII, os trabalhos de Copérnico, Galileu e Newton, só para referir os mais famosos. Que diria D. João II se lhe contassem que a grandeza do seu reino, 400 anos depois do Tratado de Tordesilhas, seria apenas uma miragem do passado que cegava os novos governantes ao ponto de conduzirem Portugal à humilhação e ao descrédito internacional que foi o ultimato inglês. Acreditaria ele que em 1891 Portugal estaria falido ao ponto de durante 90 dias a convertibilidade das notas de banco vir a ser suspensa. Será que a taxa de analfabetismo de aproximadamente 75% (Censos de 1900) em comparação com as taxas inferiores a 1 % de países como a Noruega, Dinamarca, Suécia ou a Alemanha já não seria um sintoma dessa separação da Europa. A D.Carlos é gabado e reconhecido o seu patriotismo, a sua apetência para as artes, a paixão pelas investigações oceânicas, o tiro certeiro mas faltou-lhe o que Portugal mais precisava, capacidade política para mudar o rumo dos acontecimentos como o atestam as treze eleições gerais no seu reinado de 19 anos (bem longe do recorde da primeira república, há que o registar, mas não deixa de ser uma marca simpática). Depois D.Carlos falhou naquelas pequenas coisas a que o pobre dá muita importância, um Rei tem que dar o exemplo, não pode em tempos de vacas magras trocar de iate real como quem muda de camisa (começou com o Amélia I e já ia no Amélia IV), o perdão total da dívida dos adiantamentos à casa real é também outro exemplo de insensibilidade política que muito contribuiu para o atear da fogueira. Tivesse D.Carlos reinado em épocas anteriores, as recordações de hoje seriam outras, quis o destino que fosse ele a receber o pesado fardo dos erros dos seus antepassados. O grande responsável pela queda da monarquia e pelo caos político que se seguiu foi a própria monarquia, foi ela que encaminhou Portugal para a miserável situação de então, criando-se as condições ideais para que o Partido Republicano e organizações extremistas como a Carbonária crescessem tanto em tão pouco tempo. É verdade que, aquando da criação do Partido Republicano, o apoio popular deste era minoritário mas já não se pode afirmar o mesmo em relação aos últimos anos da monarquia. E os factos são que em 1908 o Partido Republicano venceu as eleições na Câmara Municipal de Lisboa (toda a vereação do P.R.P) e que após a proclamação da República, a adesão foi unânime em todo o país, não se tendo verificado manifestações contrárias nem por parte dos militares, nem por parte dos civis.
publicado por Conde da Buraca às 08:20
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